sexta-feira, 17 de abril de 2009

A Desflorestação

Introdução

O presente trabalho realizado no âmbito da disciplina de Geografia tem como principal objectivo conhecer e dar a conhecer um pouco sobre a desflorestação.

Mencionamos causas da desflorestação no Mundo, na Europa e em Portugal, alguns casos de desflorestação em diversos países assim como citamos algumas formas de proteger a floresta, também referimos notícias de jornais sobre a desflorestação.


O que é a desflorestação?

O processo de Desflorestação consiste na remoção, em larga escala, de grandes porções de floresta, anterior à sua substituição por outras utilizações do solo. Em bom português se pode descrever como o abate de árvores com vista a utilizar o solo por elas ocupado para outros fins, economicamente mais rentáveis do que ter um conjunto de seres vivos que controlam os ciclos de água do solo e a reciclagem do ar, com produção de oxigénio. É devido a esta forma materialista de pensar que a Desflorestação foi durante muitos anos vista como impulsionadora do desenvolvimento da economia de um país, visto que com ela se liquida o "capital" de uma floresta, abrindo caminho para outras formas de lucro, como a produção de comida, matéria-prima, energia ou construção de infra-estruturas.


A desflorestação

Uma grande parte da vida selvagem encontra-se nas florestas tropicais, quentes e húmidas. As enormes árvores, os arbustos e as ervas fornecem alimentos e habitat a elevado número de animais. Por vezes, aí habitam tribos que colhem da floresta só o que precisam e não provocam estragos.

Os seres vivos respiram dióxido de carbono e as árvores transformam-no em oxigénio, contribuindo para que haja vida. Por isso lhes chamamos os pulmões do Mundo.

A cobertura florestal original do planeta foi destruída e apenas um quinto permanece intacta.

O Homem começou a desbravar a floresta há 10 000 anos, quando surgiu a agricultura.

As maiores árvores do Mundo existem na América. São as sequóias.

Quase metade da floresta mundial é tropical e a restante localiza-se nas regiões temperadas.

As florestas armazenam cerca de 40% do carbono na atmosfera terrestre global e a desflorestação tem contribuindo para uma aumento de cerca de 30% de dióxido de carbono na atmosfera nos últimos 150 anos.

A queima da floresta é uma das causas de emissão de CO2 para a atmosfera. A acção do Homem sobre a floresta consiste essencialmente na desflorestação assumindo, nas últimas décadas, proporções muito preocupantes. Se for mantido o actual ritmo de desflorestação, uma grande parte das 50 a 90% das espécies vivas do planeta que existem nas florestas será extinta a meio deste século.

Em cada três espécies animais e vegetais que vivem na Terra, duas habitam as florestas tropicais.

Na floresta amazónica, algumas estimativas apontam para 80 mil espécies animais.


Causas da desflorestação

Nos países em vias de desenvolvimento a principal causa da desflorestação é a sobre exploração das matérias-primas provenientes da floresta particularmente, a própria madeira. Estes países não têm muitas alternativas, recorrem aos recursos naturais para sobreviverem.

Nos países desenvolvidos as principais causas são:

· Desenvolvimento industrial e urbano,

· Crescimento turístico,

· Aumento da superfície cultivada,

· Construção de infra-estruturas.


Desflorestação no mundo

A importância económica e ecológica das florestas é muito grande, pelo que a desflorestação tem enormes impactos negativos.

As grandes florestas tropicais dos países em desenvolvimento são muito afectadas pela desflorestação. A principal causa da desflorestação é a exploração da matéria-prima proveniente da madeira; por um lado, com poucas indústrias, estes países recorrem ao uso desse recurso natural para se desenvolver; por outro, a lenha representa a principal fonte de energia para muitos países pobres.

Na Amazónia, habitam muitas tribos; com o desaparecimento da floresta, também elas correm perigo. Sem árvores para construir as suas casas e sem animais para caçar, não conseguem sobreviver.


Desflorestação na Europa

Mais de 60% das florestas temperadas da Europa foram destruídas devido à intensa ocupação do solo nas mais variadas formas, como: a urbanização, a industrialização, a agricultura e o turismo.

Por outro lado, a poluição e os incêndios têm devastado grande parte das florestas ainda existentes neste continente.

A reflorestação de que este continente tem sido alvo desde os anos 70 levou ao aumento das áreas florestais, embora utilizando poucas espécies indígenas.


Desflorestação em Portugal

A cobertura vegetal em Portugal não é muito variada e, além disso, as espécies vegetais não têm grande valor económico. A nossa floresta não é muito densa e é constituída por pinheiro bravo, que ocupa a maior área, carvalho-negral, sobreiro e azinheira. Nos últimos anos, algumas áreas têm sido ocupadas por eucalipto porque a sua madeira serve para fabricar pasta de papel.

A principal causa de destruição da nossa floresta é os incêndios. Estes podem surgir pela intervenção humana: o descuido ou o fogo posto. Podem ainda surgir devido às condições climatéricas, como temperaturas elevadas ou trovoadas.

Apenas algumas recordações é o que nos resta da nossa floresta natural que no passado revestiu grande parte do país.

Portugal é muito afectado por fogos, principalmente no Verão. Assim, a nossa maior preocupação deve ser dirigida para a prevenção dos fogos e para a reflorestação das áreas ardidas.

Em Portugal, existem meios de combate aos incêndios: os Bombeiros Voluntários e os Sapadores de Bombeiros, integrados no serviço Nacional de Bombeiros. Durante o Verão, é frequente o recurso a aviões e helicópteros particulares para combater os incêndios florestais, intervindo também, por vezes, a Força Aérea Portuguesa.

Países com maior taxa de desflorestação

Em muitos países, e especialmente nos países em desenvolvimento do hemisfério sul, queimadas sistemáticas, pastoreio e diminuição das áreas de floresta são levadas a cabo para disponibilizar novas áreas para a agricultura ou Produção Animal. Isto é muitas vezes concretizado sem que factores como o clima e a topografia tenham sido suficientemente estudados e em terrenos onde o declive, a natureza do solo ou outras características fisiográficas indicam claramente que os terrenos em causa têm apenas vocação florestal.

Embora estas acções possam levar a um aumento temporário da produtividade, há também muitas indicações de que a longo prazo se regista habitualmente uma diminuição da produtividade por unidade de superfície e de que a erosão e a degradação irreversível do solo acompanham muitas vezes este processo.

As florestas, das quais os humanos e outros animais dependem fortemente, captam o dióxido de carbono, fornecem oxigénio e limpam o ar. A sua capacidade de retenção da água mantém os níveis de solo e água, evitando desastres como deslizamentos de terras, cheias e secas. As florestas tropicais, as mais importantes florestas sobreviventes, contêm cerca de dois terços de todas as espécies de animais e plantas. As plantas tropicais são a base para vários medicamentos úteis, mas um grande número nunca foi testado para propriedades medicinais. As florestas tropicais são também armazéns de material genético para melhoramento de plantas de cultivo susceptíveis a doenças e pragas. Com a actual taxa de desflorestação, calcula-se que 15% do total das espécies poderão desaparecer nos próximos vinte anos.

Muitos factores contribuem para a desflorestação: produção de madeira, desbravamento para a agricultura (incluindo Produção Animal), corte para lenha e carvão, fogos, secas, mineração a céu aberto, poluição, desenvolvimento urbano, pressão populacional e guerras.

Calcula-se que a taxa de desflorestação anual é da ordem dos 17 milhões de hectares.


Outras estimativas incluem:

· A bacia dos Himalaias englobando o Norte da Índia, o Nepal e o Bangladesh, perdeu até 1980, 40% das suas florestas.

· Os USA destruíram a maioria das suas florestas no século XIX e ainda abatem árvores. Na última década, toros equivalentes a 242.811,39 hectares de floresta foram exportados pelos USA. No ano 2000 a madeira será cortada nas florestas nacionais a uma velocidade duas vezes superior à da substituição por novas árvore. A desflorestação é causada principalmente pelo desenvolvimento comercial e industrial. Estima-se que, até 2040, os EUA irão perder cerca de 11 milhões de hectares causados pelo desenvolvimento urbano.

· A Costa Rica perdeu um terço das suas florestas, perde 60.000 ha por ano e no ano 2000 já não terá florestas.

· A Etiópia tinha 60% de florestas em 1940, actualmente tem apenas 2,5%.

· Um milhão de agricultores indonésios ainda usa técnicas de desbravamento e queima.

· Milhares de hectares têm sido destruídos em consequência da guerra nas Honduras, Nicarágua, El Salvador e Guatemala.

· Mais de um terço das florestas da Suíça morreram ou estão a morrer devido à poluição.

· Mais de 50% das árvores na Alemanha ocidental estão mortas ou a morrer.

· A taíga de coníferas é uma das últimas áreas florestais da Sibéria.

Em anos recentes, 25 milhões de toneladas de madeira siberiana têm sido transportados para o ocidente, todos os anos, através da linha-férrea Trans-Siberiana e milhões de toneladas mais, pelos portos do Pacífico como Vladivostok para o Japão - como parte da nova expansão económica Russa. Além disto, fogos provocados (para criar pastagem) e acidentais consomem anualmente um milhão de hectares de floresta siberiana, e a poluição do ar pela indústria à volta do Lago Baikal está a afectar a saúde da floresta existente.

· Na América Latina, o fracasso das leis governamentais foi a causa directa da desflorestação durante os anos 80. Por exemplo, só na bacia da Amazónia foram destruídos, anualmente, 4 milhões de hectares de floresta para uso agrícola, mesmo sabendo que cerca de 94% do solo era impróprio para a agricultura. Situações semelhantes dão-se noutros países tropicais da América Central e do Sul.

· Na Ásia a desflorestação aumentou de 2 para 4.7 milhões de hectares. A alta densidade populacional bem como a pobreza rural foram as principais causas de desflorestação, sendo 75% causada apenas para obtenção de terrenos agrícolas.

· Em África, o assustador crescimento populacional está a contribuir não só para a deteorização do ambiente em todo o continente, mas também para o abate intenso de árvores de modo a criar terrenos para a agricultura. Durante os anos 80, África continha 660 milhões de hectares de floresta, perdendo, anualmente, 3.3 milhões de hectares. Apenas 91 mil hectares foram reflorestados, por ano, uma pequena porção comparando com a perda sofrida.


Formas de proteger as florestas

A floresta é muito importante para o equilíbrio do ambiente terrestre, pelo que tem de ser preservada.

A desflorestação tem causado preocupação em todo o Mundo e dia-a-dia torna-se necessário que cada cidadão tenha um papel activo na conservação das florestas:

· Prevenir os incêndios, promover a reflorestação, reabilitar as áreas florestais degradadas a recorrer à reciclagem são alguns pequenos passos que cada um de nós pode fazer;

· É importante haver uma gestão eficiente e controlada das florestas, com legislação protectora;

· Criação de parques e reservas naturais impede o corte e a danificação das árvores;

· Se os jornais, as revistas e os papéis usados forem reciclados menos árvores são derrubadas.


Notícias

Diário de Notícias

Desflorestação da Amazónia atinge valor quase recorde

A floresta amazónica está a desaparecer a um ritmo cada vez mais veloz. Só entre Agosto de 2003 e Agosto de 2004, a desflorestação atingiu o segundo valor mais alto de sempre, afectando mais de 26 mil quilómetros quadrados no espaço de um ano, o equivalente a um terço da superfície de Portugal. O balanço foi avançado pelo governo brasileiro, a quem os ambientalistas pedem mais acção.

De acordo com a BBC, a desflorestação da Amazónia ao longo destes 12 meses representa um aumento de 6% em relação ao ano anterior. Na origem do abate de milhares de árvores está, entre outros factores, o objectivo de aumentar a área de plantação de colheitas. No Estado de Mato Grosso, - onde ocorreu quase metade desta desflorestação -, a exótica vegetação amazónica deu lugar a campos de soja. Uma cultura que, em 2004, atingiurecordesnas exportações brasileiras para a China e a Europa.

O novo balanço oficial surpreendeu, no entanto, o próprio governo brasileiro, cujas estimativas apontavam para um aumento na desflorestação da Amazónia de cerca de 2%. Em vez disso, a área desflorestada entre o Verão de 2003 e 2004 atingiu os 26 130 quilómetros quadrados. O valor mais alto de destruição da floresta - desde que o Brasil iniciou o estudo do problema, em 1988 - remonta ao período entre Agosto de 1994 e Agosto de 1995 29 059 quilómetros quadrados.

Numa reacção aos números divulgados, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, citada pela Lusa, destacou o elevado crescimento económico do país em 2004 como um dos factores que contribuíram para o aumento da desflorestação. No entanto, a governante considerou o cenário "indesejável" e admitiu que as medidas adoptadas por Brasília para inverter a situação não produziram efeito.

Entre as acções realizadas pelo Executivo de Lula da Silva destacam-se a criação de áreas protegidas e o reforço da vigilância via satélite sobre as zonas mais ameaçadas. No entanto, embora consi- deradas "positivas", estas medidas não satisfazem os ambientalistas, que desafiam as autoridades locais a ir muito mais além.

"Para que se consiga marcar a diferença no terreno, o governo precisa de restringir a plantação de soja a áreas já desflorestadas, combater o abate ilegal de árvores e implementar, de forma efectiva, o seu próprio plano anti-desflorestação", afirmou Paulo Adario, coordenador da campanha da Greenpeace.

Também para o Fundo Mundial para a Conservação da Natureza (WWF, sigla em inglês), o governo de Lula da Silva tem "falhado" o cumprimento dos objectivos a que se propôs em 2003. Em comunicado, a organização alerta para os efeitos desta devastação a nível ambiental e social, numa altura em que 18% da floresta já foi destruída.

*Com agências



Jornal O PÚBLICO
Governo brasileiro com medidas de protecção
Desflorestação da Amazónia vai aumentar durante 2008

A floresta da Amazónia perdeu 1123 quilómetros quadrados de área no último mês de Abril, quase o equivalente ao concelho de Beja. O valor foi adiantado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Entre Maio de 2007 e Abril de 2008 foram desbastados 9405 quilómetros quadrados de mata.

“Os piores meses de desflorestação, são historicamente Junho, Julho e Agosto. O pior está para vir”, disse Carlos Minc, ministro do Meio Ambiente do Brasil. Segundo o ministro, será muito difícil a desflorestação ficar abaixo do valor de 2007.

Os valores foram registados pelo sistema Deter (Detecção do Desmatamento em Tempo Real) que utiliza imagens de satélite. Sabe-se que os registos ficam aquém dos reais, porque não há informação das áreas tapadas pelas nuvens que só no mês de Março cobriram 78 por cento do território.

O aumento da desflorestação está associado ao aumento da venda de gado e de soja. Segundo o jornal online "A Folha", o ministro já anunciou medidas para controlar a queima da floresta.

A partir de 15 de Junho, a operação “Boi Pirata” vai entrar em acção e monitorizar a cadeia produtiva do gado. As companhias siderúrgicas, madeireiras e agropecuárias vão ser notificadas e obrigadas a informar ao Governo quais são os fornecedores de carne. O Governo anunciou que vai apreender a carne de todos os fornecedores que tenham irregularidades.

"Onde for comprovada a desflorestação ilegal será feito o auto de infracção. Os números do Deter são alertas para a fiscalização, e nós vamos continuar a fiscalizar", afirmou Luis Henrique Daldegan, secretário de Estado do Meio Ambiente.

No segundo semestre deste ano, o Governo brasileiro vai pôr 500 homens com treino na área ambiental para fiscalizar a região. O ministro do ambiente espera também que o Conselho Monetário Nacional restrinja a concessão do financiamento agrícola para quem não cumpra os critérios ambientais.


Um problema com décadas
Na semana passada Carlos Minc esteve na Conferência de Bona, na Alemanha, onde assegurou que iriam ser criadas três novas áreas protegidas na Amazónia. Em associação com a ARPA (Programa de Áreas Protegidas da Amazónia), o Governo quer que até 2013 haja 600 mil quilómetros quadrados de unidades de conservação de uso sustentável ou de protecção integral, mais 1000 mil do que estava previsto. Com esta medida o Governo duplica as novas áreas de conservação neste período de quatro anos.

O ministro Carlos Minc assumiu a pasta do ambiente no mês passado depois da anterior ministra, Marina Silva se ter demitido por não conseguir cumprir a agenda. Segundo a Reuters os grupos ambientalistas defendem que o novo ministro vai ser mais benevolente com a indústria e agricultura.

A floresta da Amazónia tem seis milhões de quilómetros quadrados, é a maior do mundo. A desflorestação é um problema com décadas. Desde os anos 70 a área da floresta diminuiu um quinto.

Jornal de Notícias

Catástrofe é resultado da desflorestação ilegal

Amelhoria do tempo permitiu, ontem, às autoridades filipinas fazer o balanço da passagem de duas tempestades sobre o arquipélago mais de 1100 mortos e desaparecidos, particularmente devido a deslizes de terras desprotegidas pela desflorestação intensiva e ilegal. A presidente Gloria Arroyo pôde deslocar-se de helicóptero às zonas mais afectadas, no Nordeste das Filipinas, e aproveitou para anunciar a suspensão de qualquer abate de árvores no país, enquanto os socorros começavam a chegar às centenas de milhar de sinistrados.

Depois da tempestade tropical "Winnie", a região foi fustigada pelo tufão "Nanmandol", que seguiu ontem, enfraquecido, para Taiwan, onde fez um morto e dois desaparecidos. Com poucas esperanças de resgatar sobreviventes, os esforços dos socorristas iam para a ajuda aos sobreviventes das três aglomerações mais afectadas, General Nakar, Infanta e Real, na costa Nordeste da ilha de Luzon. Segundo a Cruz Vermelha, serão uns 800 mil.

De acordo com alguns peritos e responsáveis governamentais, a amplitude da catástrofe deve-se a décadas de deflorestação ilegal, somada a chuvas diluvianas. As árvores já não retêm a terra cheia de água e os troncos cortados arrastados pelas enxurradas são atirados contra as construções.

Ajuda de todo o Mundo

Dois aviões descarregaram toneladas de alimentos, água, roupa e tendas numa base militar do Norte do arquipélago, de onde eram levados de helicóptero para o centro de Luzon. Ainda inacessíveis por ar, as três urbes mais afectadas recebiam os socorros por estradas abertas para o efeito através da Sierra Madre.

De todo o Mundo começaram também a chegar às Filipinas donativos monetários, vindos de governos estrangeiros e organizações internacionais. De Bruxelas, a União Europeia desbloqueou 1,3 milhões de dólares, enquanto a Bélgica, a Alemanha e a Espanha forneceram isoladamente dezenas de milhares de euros. A Austrália disponibilizou 387 mil dólares, os Estados Unidos prometeram 100 mil e o Japão 280 mil. A Unicef e a Cruz Vermelha também lançaram apelos de ajuda.



Vídeo


video


Slide:



Conclusão

Concluímos que a Desflorestação é o processo de desaparecimento de massas florestais (bosques), fundamentalmente causado pela actividade humana.

A desflorestação é directamente causada pela acção do homem sobre a natureza, principalmente devido a abates realizados pela indústria madeireira, tal como para a obtenção de solo para cultivos agrícolas.

A principal causa da destruição da biodiversidade e a grande ameaça para a humanidade é a desflorestação. Nos últimos dez anos, catorze milhões de quilómetros quadrados de florestas (trinta vezes a superfície de Espanha) transformaram-se em desertos e mais de trinta milhões de quilómetros quadrados estão ameaçados.



Bibliografia

· www.freipedro.pt/tb/150600/opin3.htm

· www.geocities.com/Hollywood/Trailer/4205/desflorestacao.htm

· www.apena.rcts.pt/aproximar/floresta/recursos/arvore_madeira/fichas/ficha3_5.htm

. http://dn.sapo.pt/inicio/interior.aspx?content_id=599984

. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1331037


Trabalho realizado por:

Ricardo Coelho Nº16
Valério Teixeira Nº22
Geraldo Júnior Nº23